Delícias ‘Portus Cale’ # 007

Pintura em Portugal # A

– Artur LoureiroFicheiro:Loureiro-autoretrato-1a.jpg
Porto, 11 de Fevereiro,1853 – Terras de Bouro,7 de Julho,1932

http://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?P_pagina=2357
http://adb.anu.edu.au/biography/loureiro-artur-jose-4041

Pintor portuense, cuja pintura se enquadra na estilística do Naturalismo, tendo trabalhado o tema da paisagem e do retrato. Dado o seu percurso internacional, podem encontrar-se obras suas tanto nos museus portugueses, como na Galeria Nacional de Melbourne. 
(Porto painter whose painting fits into stylistic naturalism, having worked the theme of landscape and portrait. Due his international tour we can find his works in Portuguese museums or into the National Gallery of Melbourne.)

Campina Romana (1879, Museu do Chiado, Lisboa)

Literatura em Portugal # A

Ary dos Santos 
Lisboa, 7 de Dezembro de 1937 — 18 de Janeiro de 1984

http://www.citi.pt/cultura/literatura/poesia/ary_dos_santos/ary_biog.html
https://www.facebook.com/pages/Ary-dos-Santos/151447631654781

(José Carlos Ary dos Santos Pereira was a Portuguese poet and reciter).                     José Carlos Pereira Ary dos Santos foi um poeta e declamador português. São de sua autoria canções intemporais como Tourada, Estrela da Tarde, Cavalo à Solta, O amigo que eu canto, Café, Dizer Que Sim à Vida e Rock Chock. Estas canções foram interpretadas por cantores como Fernando Tordo, Carlos do Carmo, Mariza, Amália Rodrigues, Mafalda Arnauth e Paulo de Carvalho.

Retrato de Amigo

Por ti falo. E ninguém sabe. Mas eu digo 

meu irmão, minha amêndoa, meu amigo
meu tropel de ternura, minha casa
meu jardim de carência, minha asa.

Por ti morro e ninguém pensa. Mas eu sigo
um caminho de nardos empestados
uma intensa e terrífica ternura
rodeado de cardos por muitíssimos lados.

Meu perfume de tudo, minha essência
meu lume, minha lava, meu labéu
como é possível não chegar ao cume
de tão lavado céu?~Ary dos Santos, in ‘Fotosgrafias’

(Portrait of Friend – By thee I speak, and no one knows. But I say: my brother, my almond, my friend, my throng of tenderness, my home, my vesting garden, my wing. ** For you, I die and nobody thinks. But I follow a plague path of victims polianthes tuberosa, an intense and terrifying tenderness surrounded by thistles in great many sides. **  My fragrance of all, my essence, my fire, my lava, my dishonor, how is it possible not to reach the summit of such washed sky?)

Música em Portugal # A

– A Naifa- 

http://www.anaifa.com/
https://www.facebook.com/pages/A-Naifa/58846263413

A Naifa é um grupo de música portuguesa, nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luis Varatojo, aos quais se juntou Maria Antónia Mendes. Gravou 4 discos de originais; “Canções Subterrâneas” (2004), “3 minutos antes de a maré encher” (2006), “Uma inocente inclinação para o mal” (2008) e “Não se deitam comigo corações obedientes” (2012). As canções d’A Naifa são compostas a partir de poemas de poetas portugueses contemporâneos como José Luis Peixoto, Adília Lopes, Rui Lage, Margarida Vale de Gato, Maria Rodrigues Teixeira, Renata Correia Botelho, Tiago Gomes, entre outros.
(Naifa is a Portuguese music band, born in 2004 by the hand of João and Luis Aguardela Varatojo, then joined Maria Antonia Mendes. Their songs are composed from poems by contemporary Portuguese poets)

Monotone

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