Dia da Arte #45

“UM SONHO DE LIBERDADE” | 2010 | óleo sobre tela | 90×70 (A dream of freadom)
ARTUR BARROS | ESCRITOR E PINTOR

https://www.facebook.com/pages/Artur-Barros/168989929961736

Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda~Cecília Meireles

(Freedom is a word that the human dream feeds, no one can explain it, and anyone who does not understand it ~ Cecilia Meireles)

Sorrir é o Melhor Remédio

Sorrir é o melhor remédio!
Sorrir reduz a distancia!
Sorrir reduz a dor!
Um dia sem sorriso é um dia sem sentido!
(Smiling is the best medicine! – Smiling reduces the distance! – Smiling reduces pain! – A day without smiling is a day without sense!)

Um sorriso transmite alegria!
Um sorriso quebra barreiras!
Sorrir é a arma da vida contra as tristezas!
Sorrir é a melhor terapia!
Sorri é para mim o segredo para quem quer viver!
Sorri é a minha forma de enfrentar os obstáculos da vida!
Sorrir é a minha luta de todos os dias!

http://alexandraribeiro1981.wordpress.com/2008/05/20/sorrir-e-o-melhor-remedio/

(A smile conveys joy! – A smile breaks barriers! – Smiling is the weapon of life against the sorrows! – Smiling is the best therapy! – Smiles for me, is the secret to anyone who wants to live! – Smiling is my way of facing life’s obstacles! – Smiling is my fight everyday!)

Os Amigos do Tempo

” Os minutos correm e as horas fogem,
O tempo passa, mas as lembranças ficam……
Umas passageiras, outras eternas,
E todas valem pelo que são!
Imagens guardadas de momentos da vida,
Daqueles que quase passam despercebidos,
Por tão inesperados serem !
A razão de tudo isto é crescer
Recordar e nunca esquecer,
Aqueles que por aqui passaram,
E a nossa vida mudaram!
Sejam novos ou sejam velhos,
Não interessa o tempo que com eles estamos,
Mas o tempo que com eles ficamos!~Rui Andrade
*****

(Time Friends-Minutes run and hours flee, time passes, but the memories stay…; A few passing, others everlasting; And all are worth, for what they are!; Images kept from moments of life, of those that nearly pass unnoticed, since they are so unexpected!
The reason for all this is growing up, remember and never forget: those who passed through here, and our lives have changed! Can be either new or old, it does not matter how much time we have been with them, but the time that we stayed with them!)

Sou Dono das Estrelas – Artur Barros

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Sou dono das estrelas que conheço,
De quantas eu já vi no firmamento.
E à noite, quando solto o pensamento,
A todas, todas elas tenho acesso.

É então que a mim próprio me ofereço
O prazer que vislumbro num momento
E garante o integral conhecimento
Do Universo sem fim e sem começo.

Mergulho em profundo meditar,
Recolho ao meu mais antigo lar,
Aquele donde não há mais regresso.

Sou eu, sou toda a terra, todo o mar,
Sou estrela, sou espaço interestelar,
Sou cosmos, sou um nada sem ter preço.

Sou sonho, sou real, sou contingente
Sou morte, o nascer, o navegar.
Olho dentro de mim e estou a olhar
O todo de onde o nada é emanente.

Caminho pela estrada impunemente,
– Um fio de navalha a atravessar.
E a luz que muito ao longe está a brilhar
Inunda este meu ser completamente.

Sou tudo, não sou nada e nada sei,
Apenas pude ver o que olhei:
A estrela mais longínqua do Universo;

A estrela por quem sempre procurei,
Pois meu olhar em mim logo encontrei:
Foi um olhar-saber-sentido-inverso.

~ “SONETOS” | Artur Barros ~https://www.facebook.com/pages/Artur-Barros/168989929961736

In English: I’M OWNER OF STARS

I own the stars that I know,
Of how many I’ve seen in the firmament.
And at night, when I free thought,
To all, all of them I have access.

It is then that I offer myself
The pleasure that I glimpse in a moment
And it ensures full knowledge
Of the universe, without end or beginning.

Deep diving in meditation,
I return to my oldest home
The one where there is no return.

Me, I’m the whole earth, the whole sea,
I’m a star, ‘m interstellar space,
‘m cosmos, ‘m a nothing without a price.

‘m dream, ‘m real, ‘m contingent
I am death, birth, navigate.
I look inside me and I am looking
The whole, from the nothing is immanent.

I walk, unpunished, down the road
– A razor’s edge to cross.
And the light, that far away is shining
Completely fills, this being of mine.

I am everything, I am nothing and know nothing,
Only me, could see what I glanced:
The most distant star in the universe;

The star, that I’ve always looked for,
For my looking into myself, soon found:
It was a glance-know-sense-reverse.

“SONNETS” | by Artur Barros

Época de Amor!

Merlim S. Paio_Braga_Porutal

Merlim S. Paio_Braga_Portugal – Alexandra Ribeiro

Estamos na época do Amor
Da partilha e generosidade
Das luzes na rua
Dos sorrisos, dos
jantares entre amigos
Estamos na época da Família da União…
E no entanto dou por mim a pensar…
Esta época não devia ser agora,
Não!! Não, não….
Esta época devia ser todos os dias
Pois todos os dias devemos Amar
sorrir, partilhar abraços
Ser generosos com o próximo
“Perder tempo” com os amigos
Conviver e abraçar nossa família
Todos os dias deveríamos ajudar o próximo
Partilhar o bem e o Amor
Então sim…esta época deveria ser
Não agora….mas sim todos os dias…

 http://alexandraribeiro1981.wordpress.com/2013/12/07/epoca-de-amor/
in English (We are in the season of Love, Of sharing and generosity, Of lights in the street, Of smiles and dinners with friends. We are in the season of the Family and Togetherness… And yet I find myself thinking… This time should not be now”… No! No, no ….This season should be every day, for every day we must love, smile, share hugs. Be generous to others; “Wasting time” with friends, live and embrace our family. Every day we ought help others, sharing good and Love…So yeah… this time should be ‘Not now’…. but everyday…)

Dia da Arte #44

Azulejos da cidade,numa parede ou num banco,são ladrilhas da saudade vestida de azul e branco.~Ary dos Santos
(Tiles of the city, on a wall or bench, are pavings of nostalgia dressed in blue and white. (Ary dos Santos).

azulejos

Estação de S.Bento – Porto – Portugal

Com diferentes características entre si, este material tornou-se um elemento de construção divulgado em diferentes países, assumindo-se em Portugal como um importante suporte para a expressão artística nacional ao longo de mais de cinco séculos, onde o azulejo se transcende para algo mais do que um simples elemento decorativo de pouco valor intrínseco. Este material convencional é usado pelo seu baixo custo, pelas suas fortes possibilidades de qualificar esteticamente um edifício de modo prático. Mas nele se reflete, além da luz, o repertório do imaginário português, a sua preferência pela descrição realista, a sua atracção pelo intercâmbio cultural. De forte sentido cenográfico descritivo e monumental, o azulejo é considerado hoje como uma das produções mais originais da cultura portuguesa, onde se dá a conhecer, como num extenso livro ilustrado de grande riqueza cromática, não só a história, mas também a mentalidade e o gosto de cada época.

(With different characteristics, this material became a construction element released in different countries, assuming in Portugal as an important support to the national artistic expression for over five centuries, where the tile is transcended into something more than a simple decorative element of little intrinsic value. This conventional material is used for its low cost, its strong chances aesthetically qualify a building in a practical way. But it was, beyond the light, reflects the repertoire of the Portuguese imaginary, their preference for realistic description, its attraction for cultural interchange. Strong sense theatrically descriptive and monumental, the tile is considered today as one of the most original productions of Portuguese culture, which declares itself as a extensive illustrated book of great chromatic richness, not only the history but also the mentality and taste of each season.)